Batida da polícia na Feirona termina com bebidas artesanais apreendidas em Campo Grande

Operação aconteceu após denúncias encaminhadas por meio do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária)

| MIDIAMAX/OSVALDO SATO, ALINE MACHADO


Alvo foi a comercialização de bebidas artesanais (Foto: Madu Livramento, Midiamax)

Uma ação da Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo) resultou na apreensão de bebidas artesanais na noite desta quinta-feira (16), na Feirona Central de Campo Grande.

A operação aconteceu após denúncias encaminhadas por meio do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), responsável pela fiscalização desse tipo de produto no país.

“Essa é uma denúncia que estamos apurando em relação a bebidas de origem não comprovada. Identificamos produtos que não possuem registro no Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), o que significa que não passam por nenhum controle de qualidade, não têm responsável técnico e oferecem risco à segurança do consumidor”, disse Thais Marson, do Sipov (Serviço de Sanidade, Inspeção e Fiscalização Vegetal) do Mapa.

“Também encontramos outros tipos de produtos sem registro no MAPA, fabricados por diferentes produtores. Vamos investigar cada caso para identificar a origem dessas bebidas e adotar as medidas legais necessárias', concluiu.

De acordo com o delegado Paulo Diniz, titular da Decon, as bebidas encontradas estavam sendo comercializadas de forma irregular e sem qualquer tipo de registro ou selo de inspeção sanitária, o que coloca em risco a saúde do consumidor.

“As bebidas não continham o selo exigido. São bebidas irregularidades, fabricação irregular, saborizadas de forma caseira. As bebidas serão apreendidas e será instaurado o inquérito policial', explicou.

A apreensão ocorreu em três barracas da feira. A quantidade total de bebidas retiradas de circulação ainda está sendo contabilizada pela polícia, mas segundo a Decon, todo o material será encaminhado para perícia.

Os responsáveis pelos pontos de venda serão ouvidos e um inquérito policial foi instaurado para apurar os crimes de fabricação e comercialização de produtos irregulares.

A ação acontece dentro de uma intensificação na fiscalização de bebidas, devido aos recentes casos de bebidas adulteradas com adição de metanol, que resultaram em mortes e dezenas de investigações em todo o País.

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