Unidade de saúde é alvo de furto e atendimento fica parcialmente comprometido em Campo Grande

Portas foram arrombadas, torneiras furtadas e uma bicicleta levada; moradores cobram reforço na segurança

| VIVIANE OLIVEIRA / CAMPO GRANDE NEWS


Parte das torneiras retiradas da unidade de saúde durante o furto ocorrido no fim de semana (Foto: Direto das Ruas)

A USF (Unidade de Saúde da Família) Maria Ivone de Oliveira Nascimento Arakaki, localizada na Vila Fernanda, região do Portal Caiobá, em Campo Grande, foi alvo de furto durante o fim de semana. A unidade teve portas arrombadas, torneiras furtadas e uma bicicleta levada.

Conforme Carlos Alberto Romero, presidente da Associação de Moradores da Vila Fernanda e do Conselho de Segurança da região do Lagoa, a informação foi repassada pela gerência da unidade no grupo de WhatsApp do bairro. Segundo ele, três portas dos fundos foram danificadas e as torneiras retiradas. Em razão do furto, o atendimento na unidade ocorreu de forma parcial na manhã desta segunda-feira. “A gente sofre com furtos constantes na região. Na unidade, há presença da Guarda Civil Metropolitana apenas em dias alternados', afirmou.

Ainda conforme Carlos, o último registro de furto na unidade ocorreu entre agosto e dezembro do ano passado, quando foram levados itens como televisão, pratos e panelas. Ele relata que os crimes têm se tornado recorrentes e que a sensação de insegurança é constante entre os moradores do bairro.

Por meio de nota, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) confirmou o furto, mas negou a suspensão total dos atendimentos. Segundo a pasta, em decorrência do furto das torneiras, foi necessário o fechamento temporário do registro de água até a conclusão do serviço de manutenção.

'Com isso, apenas os atendimentos que dependem diretamente do uso de água foram suspensos de forma provisória. Os demais serviços seguem funcionando normalmente e os pacientes que procuram a unidade são acolhidos e devidamente orientados'.

Moradores da região cobram a instalação de uma base da Guarda Civil Metropolitana no bairro. Segundo Carlos Alberto Romero, a frequência dos furtos está relacionada, entre outros fatores, à presença de usuários de drogas na região. “O cidadão sai para trabalhar e, quando volta, encontra a casa furtada. Isso já se tornou corriqueiro', afirmou.

A reportagem procurou a prefeitura para saber se há previsão de implantação da base e aguarda retorno.

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