Professor troca mensagens sexuais com alunos por rede social de escola em MS

Caso foi descoberto após outra servidora assumir administração dos perfis da unidade educacional

| ANA PAULA CHUVA / CAMPO GRANDE NEWS


Conversas com alunos feitas no perfil da escola (Foto: Direto das Ruas)

Um professor de 42 anos está sendo investigado pela Polícia Civil por suspeita de manter conversas de teor sexual com alunos menores de idade em Anastácio, município a 140 quilômetros de Campo Grande. O caso foi registrado na DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Aquidauana.

De acordo com boletim de ocorrência registrado no dia 2 de março, a denúncia foi feita por uma professora de 32 anos, que também atua no local. Segundo o relato, ao assumir a administração das redes sociais da instituição de ensino, ela percebeu que o perfil oficial da escola no Instagram estava vinculado ao perfil pessoal do professor investigado.

Ao verificar as mensagens recebidas pela conta institucional, teria encontrado conversas entre o educador e alunos da escola com conteúdo de natureza sexual. As trocas de mensagens teriam ocorrido com estudantes do sexo masculino, todos menores de idade.

Nas mensagens, haveria referências a conteúdo íntimo, como pedidos de fotos e relação sexual. Em alguns casos houve até pedido de dinheiro em troca de favores ou envio de imagens. O boletim também menciona a existência de chamadas de vídeo entre o professor e alguns estudantes.

Em um dos casos, o aluno marcou de ir até a casa do professor e pediu para que ele deixasse a porta do local aberta. 'Eu já chego e te espero no sofá'.

Diante das informações e das evidências encontradas nas redes sociais, a denúncia foi encaminhada às autoridades para investigação do crime de favorecimento da prostituição ou exploração sexual de criança ou adolescente.

Perfis de redes sociais que teriam mantido contato com o investigado também foram identificados e deverão ser analisados durante as apurações. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Ao Campo Grande News, a SED (Secretaria Estadual de Educação) informou que foi instaurado um PAD (Procedimento Administrativo). 'Como parte do protocolo da Rede Estadual de Ensino, foi determinado o afastamento do referido profissional durante o andamento do processo', diz a nota.

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