Acusado de estupro, pastor que coordena lar para idosos é afastado

Segundo denúncia, suspeito ainda retornou após estupro para entregar contraceptivo de emergência

| DAYENE PAZ / CAMPO GRANDE NEWS


Centro de Convivência do Idoso da Vila Piratininga (Foto: Arquivo)

A Prefeitura de Campo Grande decidiu afastar o pastor, coordenador de um Centro de Convivência para idosos, investigado por estupro. A vítima é uma jovem de 21 anos que procurou a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) para denunciar o caso que, segundo relato, ocorreu em julho de 2019, quando ela tinha 15 anos.

Logo que o caso tomou repercussão, a reportagem do Campo Grande News procurou a Prefeitura de Campo Grande. Por meio de nota, a pasta informou que o servidor será afastado das funções até a conclusão das apurações dos fatos pelas autoridades competentes.

'A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Controladoria Geral do Município, está apurando rigorosamente os fatos e acompanhando o caso, a fim de adotar todas as providências administrativas cabíveis em relação ao servidor mencionado', diz a nota.

Entenda - O registro foi formalizado no fim de janeiro deste ano. De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima contou que estava na residência do irmão, durante o período de férias escolares, quando o suspeito, pessoa conhecida da família e frequentador da mesma igreja, foi até o imóvel.

Conforme o relato, o irmão e a cunhada saíram, deixando a adolescente sozinha na casa. Minutos depois, o homem entrou no imóvel e, segundo a denúncia, levou a adolescente para um quarto, onde ocorreu o abuso. A vítima relatou que houve dor intensa e sangramento. Após o ato, o suspeito deixou o local e, posteriormente, retornou para entregar um comprimido, dizendo que seria contraceptivo de emergência.

A jovem também afirmou que foi ameaçada para que não contasse o ocorrido, sob risco de sofrer represálias contra familiares. Segundo o boletim, o investigado tinha livre acesso à residência por ser pessoa de confiança da família.

A vítima relatou que, em razão do trauma e do medo, desenvolveu problemas psicológicos ao longo dos anos. Ela pediu medidas protetivas contra o pastor, que já foi investigado por outro estupro de vulnerável.

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