Na quinta-feira (17) foi julgado o pedido de liberdade de Caio Staut de 19 anos, acusado de matar a tiro Marielle Vieira no dia 20 de novembro passado, em Ivinhema. O Habeas Corpus teve dois votos contrários a sua liberdade, contra um a favor, votados pelos desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande.
Seu pedido de liberdade provisória já havia sido negado pelo Poder Judiciário de Ivinhema. Agora, os advogados de defesa do acusado tentarão um pedido na Justiça Federal em Brasília (DF).
Após ouvir 18 testemunhas, realizar a reconstituição do crime e efetuar todas as perícias e exames periciais possíveis, o delegado de Polícia Civil de Ivinhema, Dr. Ricardo Cavagna, concluiu que a morte da jovem Marielli Vieira de 18 anos, não foi acidente. Para a autoridade policial, autor dos disparos, Caio Staut, responderá pelo crime de homicídio doloso, ou seja, quando há intenção de matar.
O inquérito policial foi concluído dentro do prazo legal de 10 dias. Além das 18 pessoas ouvidas no inquérito policial, foram realizados exames de balística da arma do crime, deficiência da arma de fogo, exame residuográfico nos envolvidos, exame de constatação de resíduos de sangue numa toalha encontrada na residência e necroscópico.
Na quarta-feira (25) de novembro, a Polícia Civil, juntamente com equipe da perícia fez a reconstituição do crime durante três horas e tentou proceder um novo interrogatório com o suspeito Caio Staut, autor dos disparos. Porém, ele exerceu seu direito constitucional de permanecer calado e, portanto, não houve alteração na versão inicial dos fatos.
Caio continua preso na cadeia da Delegacia de Ivinhema.
Quer receber notícias do Site MS NEWS via WhatsApp? Mande uma mensagem com seu nome para (67) 9.9605-4139 e se cadastre gratuitamente!













